
Pequenas ações do viajante geram impacto real na economia, preservam tradições e fortalecem quem vive ali. E o mais interessante é que isso não exige esforço: são escolhas naturais, autênticas e extremamente gratificantes.
Aqui estão maneiras simples (e deliciosas) de fazer isso na prática.
1 – Consuma de quem faz: artesãos, produtores, artistas: Comprar uma peça feita à mão, um queijo regional, uma cerâmica tradicional ou um tecido local movimenta diretamente a economia do destino.
Exemplos reais:
- Cerâmica marajoara em Alter do Chão
- Rendeiras tradicionais em Japaratinga e Pajuçara (AL)
- Arte indígena no Xingu
- Artesanato em palha na Chapada Diamantina
Essas compras têm história, e carregam o lugar com você.
2 – Prefira experiências conduzidas por moradores: Guias locais conhecem segredos, histórias e nuances que nenhum aplicativo entrega. É onde a viagem deixa de ser turística e vira humana.
Experiências que fazem diferença:
- Trilhas com condutores comunitários no Vale do Pati (BA)
- Passeios de canoa com ribeirinhos no Amazonas
- Vivências com comunidades Quechua no Vale Sagrado (Peru)
- Roda de conversa com pescadores em Caraíva
É conexão real, e contribuição direta.
3 – Escolha hospedagens que valorizam o território: Hotéis e pousadas que empregam moradores, compram de pequenos produtores e cuidam do entorno devolvem riqueza ao próprio destino.
Ótimos exemplos:
- Juma Lodge (Amazonas) – 100% integrado à comunidade e à floresta.
- Pousada Trijunção (MG/BA/GO) – proteção do Cerrado e projetos locais.
- Uxua Casa Hotel (Trancoso) – artesãos e história viva do vilarejo.
- Casa dos Arandis (Maraú) – construção sustentável e apoio regional.
Hospedar-se assim cria impacto, e ainda melhora sua experiência.
4 – Coma onde a comida tem história: Restaurantes pequenos, familiares e regionais carregam receitas passadas por gerações.
Alguns exemplos lindos:
- Tacacá e maniçoba preparados por famílias em Belém
- Cozinha caiçara tradicional em Ilha do Cardoso (SP)
- Peixes frescos feitos por pescadores em Boipeba (BA)
- Panificação artesanal em padarias de bairro pelo Brasil todo
Isso é cultura na forma mais deliciosa possível.
5 – Respeite os ritmos, espaços e tradições do lugar: Apoiar comunidades não é só consumir, é respeitar.
- não fotografe pessoas sem pedir
- siga orientações em áreas naturais
- não compre produtos que exploram animais
- valorize o tempo das pessoas
- pergunte, ouça, se aproxime com verdade
Respeito é o maior tipo de impacto positivo que existe.
6 – Entenda que o local é casa de alguém: Isso muda tudo. Quando você olha para o destino com esse carinho, naturalmente toma decisões mais conscientes, e vive a experiência com mais profundidade.
O que a Catarse faz por você
A Catarse seleciona experiências que realmente valorizam quem vive no destino, indica pousadas e hotéis que trabalham com impacto positivo, conecta você a guias locais incríveis e constrói roteiros que respeitam cultura, natureza e comunidade. Assim, cada viagem vira uma troca bonita, para você e para o lugar.