Destinos em alta para 2026: onde a experiência vai muito além da viagem

Destinos em alta para 2026: onde a experiência vai muito além da viagem

Viajar em 2026 não será sobre descobrir lugares novos, mas sobre descobrir novas formas de estar nos lugares. O viajante mudou. Está mais seletivo, mais consciente e menos interessado em destinos que se explicam sozinhos. Os destinos em alta não são necessariamente os mais falados, são os que fazem sentido.

O que realmente define um destino em alta hoje: Não é marketing. Não é hype. É experiência consistente.Os destinos que ganham força compartilham alguns pontos claros:

  • oferecem camadas (não se revelam de uma vez)
  • permitem desacelerar sem entediar
  • valorizam cultura, território e identidade local
  • entregam vivências que não cabem em um roteiro fechado

São lugares que pedem tempo, curiosidade e presença.

Japão: o luxo do detalhe e do silêncio

O Japão segue em alta, mas não pelo óbvio. O interesse cresce justamente nas regiões menos exploradas, onde o país revela sua essência. Ficar em um ryokan tradicional, dormir sobre tatames, participar de um banho onsen ou observar um ritual cotidiano transforma a viagem em algo quase meditativo. É um destino que ensina a olhar, a respeitar o tempo e a encontrar beleza no simples.

Não é uma viagem expansiva, é uma viagem que organiza.

Marrocos: experiência sensorial completa

Marrocos deixa de ser apenas um destino visual e passa a ser vivido com todos os sentidos. O viajante de 2026 busca o país além dos roteiros corridos. Dormir no deserto, viver o silêncio das dunas, participar de rituais de hospitalidade e entender a relação local com tempo, comida e tradição cria uma experiência profunda, intensa e transformadora.

É um destino que provoca, desloca e amplia o repertório emocional.

Colômbia: identidade viva e sem pressa

A Colômbia cresce não como “novidade”, mas como maturidade turística. É um país que aprendeu a receber sem perder identidade. Gastronomia autoral, café como experiência cultural, cidades criativas e natureza acessível criam uma viagem equilibrada, humana e cheia de troca. O calor não está só no clima, mas nas relações.

É um destino que acolhe e surpreende sem esforço.

Escandinávia: viver o que se fala

Na Escandinávia, conceitos como bem-estar, sustentabilidade e equilíbrio não são discurso — são prática diária. Arquitetura funcional, relação honesta com a natureza, ritmo desacelerado e experiências simples, porém profundas, fazem desses países uma referência para quem busca viajar melhor, não mais.

Aqui, o luxo está na coerência.

África do Sul: múltiplas viagens em uma só

A África do Sul se destaca por oferecer contrastes reais: natureza, cidade, vinho, design, vida selvagem e consciência social. É um destino que permite viver experiências intensas sem perder conforto, com espaço para reflexão, contemplação e prazer. Uma viagem rica, diversa e cheia de significado.

O que esses destinos têm em comum

Eles não prometem felicidade instantânea. Prometem experiência real. São lugares que:

  • não se consomem rápido
  • não funcionam com pressa
  • deixam marcas que continuam após o retorno

Em 2026, viajar bem será menos sobre chegar e mais sobre permanecer.

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